Desejo ardente – primeiro capítulo

Young, happy and sexy cowgirl in western style

— Mocinha, já disse que não quero que minha filha fique para titia. Onde já se viu uma coisa dessas, você já está com vinte e cinco anos e ainda não tem um namorado. Logo meus amigos vão começar a falar mal de você — disse seu pai furioso.

— E o senhor acha que eu me importo com o que os outros vão falar? Eu estou sozinha até hoje porque preferi estudar primeiro. Também ainda não encontrei ninguém que esteja a minha altura. Que me atrai. Mas isso não quer dizer que ainda sou uma donzela.

Seu pai olhou com uma cara de espanto.

— Isso mesmo o que o senhor ouviu. Eu não sou mais uma menina virgem — disse Melissa irritada com a atitude de seu pai.

— Muito bem. Vou lhe dar um prazo de seis meses, se você não arranjar um namorado eu tiro o seu nome do meu testamento.

— Está bem. Se é assim que o senhor quer, assim vai ser — disse Melissa virando as costas e entrando em sua caminhonete.

Melissa saiu da fazenda de seu pai no interior do Mato Grosso para estudar em São Paulo, fez a graduação e mestrado e agora depois de muitos anos retornou para ajudar a administrar a fortuna de seu pai que tem milhares de cabeças de gado. No entanto ele não está satisfeito com a vida amorosa da filha, quer que ela arranje um marido a qualquer custo. Por outro lado Melissa sabe que não é a única herdeira e seu pai teria coragem de fazer o que disse. Melissa é filha única do primeiro casamento, mas depois que ficou viúvo ele casou-se novamente com uma mulher vinte anos mais nova e com ela tem uma menina de cinco anos. Melissa não seria louca de abrir mão da fortuna a qual tem direito. Daria um jeito nisso mesmo que precisasse inventar um namorado para apresentar ao seu pai.

Enquanto isso não muito longe dali…

Jorge despediu-se de seus pais e entrou na caminhonete rumo a capital, resolveria alguns negócios e retornaria em dois dias. Seus pais não queriam que ele começasse a viagem depois do anoitecer, mas em poucas horas estaria em seu destino e na segunda-feira pela manhã já estaria na capital.

Aproximadamente dez quilômetros depois de sair da sede da fazenda ainda em estrada de chão Jorge percebeu que havia algo de errado com a caminhonete, logo teve certeza que havia um pneu furado e encostou o veículo na beira da estrada. No local não havia iluminação e a lua estava em uma fase que não lhe ajudaria a enxergar o suficiente para trocar o pneu. Jorge ficou receoso por ficar ali no meio daquela escuridão e lembrou-se dos conselhos de seus pais para que não saísse viajar naquela hora. Ligou a luz de alerta e em seguida abriu o porta luvas e percebeu que sua lanterna de emergência havia ficado na fazenda. O que faria agora? No escuro, sozinho e sem sinal de celular.

Depois de aproximadamente dez minutos ele olhou no retrovisor e viu o farol de um veículo vindo naquela direção. Pensou em pedir ajuda, mas quem seria louco de parar naquele local escuro a fim de socorrer alguém e correr o risco de ser uma emboscada.

Para sua surpresa a caminhonete reduziu a velocidade e encostou logo atrás. Jorge desceu e assim que olhou os faróis ainda acessos ofuscaram a sua visão, mas ele pode ver que uma mulher descia da caminhonete.

Jorge ficou enfeitiçado por aquela linda mulher, cada passo que ela dava em sua direção fazia um calor percorrer por todo o seu corpo numa mistura de excitação e desejo.

— Parece que está precisando de ajuda? — perguntou ela.

— Sim. Um pneu traseiro furou e estou sem lanterna.

— Deixa eu me apresentar primeiro, meu nome é Melissa.

— Muito prazer Melissa. Eu sou o Jorge. Poderia usar seus faróis para que eu consiga trocar o pneu?

— Claro — disse ela com um sorriso malicioso olhando para aquele homem de corpo perfeito e um metro e noventa de pura gostosura.

Jorge pediu licença para tirar a camisa, pois a sujaria toda enquanto estivesse trocando o pneu.

— Fique à vontade — disse Melissa enquanto admirava aqueles músculos e aquele peitoral definido.

Jorge colocou o macaco e retirou o pneu furado e quando foi pegar o pneu reserva teve mais uma surpresa.

— Droga! Essa porcaria de estepe está quase vazio, deve estar com algum vazamento.

— O estepe da minha caminhonete não dá certo? — perguntou Melissa.

— Infelizmente não. Os modelos são bastante diferentes. Para piorar a borracharia mais próxima fica no mínimo a quinze quilômetros daqui.

— Quer uma carona até lá?

— Só seria útil se pudesse levar o pneu para consertar e depois me trazer até aqui novamente. Não posso deixar a caminhonete aqui a noite inteira.

— Tudo bem — disse ela.

Jorge colocou o pneu em cima da caminhonete de Melissa e depois usou uma garrafa de água mineral que estava em sua caminhonete para lavar as mãos. O esforço físico que ele havia feito foi o suficiente para que ficasse com o corpo transpirando.

— Droga. Como vou colocar minha camisa novamente todo suado desse jeito?

— Eu tenho uma toalha na caminhonete. Vou pegá-la.

Melissa pegou aquela toalha perfumada e começou a passar pelo corpo de Jorge sentindo cada centímetro fazendo com que ele ficasse completamente excitado.

— Acho que agora já posso vestir a camisa? — disse Jorge.

— Está tão bem assim, seu corpo é maravilhoso. É até um pecado esconder essa perfeição.

— Você também é uma mulher muito bonita, mas nem por isso está nua.

— É verdade, melhor seria se nós dois estivéssemos completamente nus.

— Vamos! Precisamos voltar logo — disse Robert.

Enquanto estavam a caminho da borracharia Melissa puxou assunto.

— Você mora por aqui? — perguntou Melissa.

— Sim. Meu pai tem uma fazenda aqui perto.

— Interessante. Meu pai também tem uma fazenda aqui — disse ela.

— Nunca via a moça por aqui — disse Jorge.

— Isso é perfeitamente normal. Eu saí daqui quando tinha dezessete anos para estudar e retornei há apenas um mês. Vou ajudar o meu pai a administrar a fazenda, isso é claro se ele não me deserdar antes.

— Como assim? — perguntou Jorge.

— Meu pai é da moda antiga. Acha que estou ficando muito velha e ainda não tenho namorado. Disse que se em seis meses eu não arranjar um namorado ele vai me deserdar.

— E uma moça bonita assim ainda não tem namorado, por quê?

— Simples. Eu ainda não havia encontrado alguém que me atraísse.

— Humm. Entendo.

Em poucos minutos os dois estavam na borracharia e depois de aproximadamente meia hora o pneu estava concertado.

— Você gostaria de dirigir no caminho de volta? — perguntou Melissa.

Jorge não hesitou e entrou na caminhonete e saiu dirigindo. Melissa então se aproximou dele e desabotoou alguns botões da camisa deixando ele completamente assustado.

— O que você está fazendo Melissa?

— Você fica muito melhor assim com a camisa aberta — disse ela passando a mão sobre seu peito deixando-o completamente excitado.

— Não deveria fazer isso — disse Jorge tentando se concentrar na estrada.

— Vejo que está gostando — disse ela descendo a mão sobre o volume que pressionava a calça jeans de Jorge.

Em seguida Melissa abriu o zíper da calça e retirou seu membro para fora mostrando sua ereção. Ela então se abaixou e abocanhou fazendo com que Jorge desse um gemido de prazer. Ela fazia aquilo como jamais alguma mulher havia feito. Antes que batesse o carro ele encostou e desligou o veículo deixando apenas os faróis acessos. Melissa enfiava seu membro quase por completo na boca fazendo com que Jorge ficasse a um passo de atingir o orgasmo. Quando ele estava quase lá Melissa parou e olhou para ele com um olhar de malícia.

— Gostou? — perguntou ela.

— Adorei, mas não deveria ter feito isso, não sou de ferro.

— Eu sei — disse ela e em seguida abriu o porta-luvas e retirou um pacote de preservativos e rasgando a embalagem começou a deslizar sobre a extensão do membro de Jorge. Depois ela empurrou o banco do passageiro um pouco para trás e inclinou o encosto ficando quase que completamente deitada e olhou para Jorge.

Jorge estava a ponto de cometer uma loucura transando com uma mulher que acabara de conhecer, mas não resistiria a uma cena daquelas. Apesar de não dizer uma palavra Jorge sabia muito bem o que Melissa queria. Passando rapidamente para o lado do carona colocou seu corpo sobre Melissa e com a ajuda dela suspendeu a saia deixando a calcinha à mostra. Jorge simplesmente afastou as pernas de Melissa e arredando a calcinha a penetrou subitamente fazendo-a suspirar de prazer.

— Nossa! Que selvagem você é! — disse ela enquanto abria a blusa e deixava seus seios à mostra.

Jorge os abocanhou imediatamente e enquanto chupava ambos os seios ele mantinha estocadas firmes penetrando-a completamente. Melissa cravou as unhas em suas costas e chegando ao orgasmo deixou seu corpo cair sobre o banco do carro. Em seguida Jorge chegou ao orgasmo preenchendo-a com aquele líquido quente levando-a ao êxtase do prazer.

— Você é louca Melissa.

— Você acha? Essa foi a melhor foda que tive em toda a minha vida. Você me comeu como um animal selvagem, foi muito excitante.

— Eu não deveria ter feito isso.

— Por acaso você é casado ou tem uma namorada?

— Não, nada disso.

— Então por que não deveria?

— Acabei de lhe conhecer, me ofereceu ajuda e de repente me entregou seu corpo inteiro. O que é isso? Você é alguém que sai por aí para seduzir homens durante a noite, por isso tinha os preservativos no porta luvas?

— Seu bobinho. Não é nada disso. Havia quase um ano que eu não sabia o que era sentir um homem dentro de mim. Quanto aos preservativos é apenas por precaução. Nunca sabemos quando um homem gostoso como você irá cruzar nosso caminho — dizendo isso ela lhe beijou e inflamou os corpos novamente.

— Quero mais — disse ela com um sorriso malicioso.

Jorge trocou o preservativo e a penetrou novamente. Aquela mulher o deixava maluco de desejo apenas com o olhar. Jamais havia sentido algo parecido por outra mulher. Era quente como o fogo e em poucos minutos chegaram ao orgasmo novamente.

Jorge retornou para seu lugar e Melissa ficou ali seminua com as marcas do sexo.

— Uau! Isso foi maravilhoso — disse ela enquanto ajeitava a saia e depois começou a arrumar os seios dentro do sutiã e a fechar a blusa.

Jorge ligou o veículo e em poucos minutos os dois estavam de volta onde a caminhonete de Jorge havia ficado. Ele tirou a camisa novamente e colocou o pneu no lugar apertando os parafusos, depois guardou o macaco e lavou as mãos. Melissa apenas observava e então se aproximou.

— Você fica muito sexy sem camisa e isso me excita muito. Olhe como estou molhadinha — disse Melissa pegando a mão de Jorge e levando para debaixo da saia.

— Ainda tem um preservativo, não é? — perguntou ele.

Sem demoras Melissa abriu a porta do veículo e lhe entregou a embalagem. Jorge colocou o preservativo e erguendo a saia a penetrou ali mesmo escorada no veículo. Melissa entrelaçou as pernas por trás de Jorge que a segurou com firmeza a penetrando profundamente. Enquanto fodia sua boceta beijava aqueles lábios que eram doces como o mel. Dando mais uma estocada firme Jorge chegou ao orgasmo com o corpo mais suado do que anteriormente.

— Você é uma máquina de fazer sexo — disse Melissa já totalmente recomposta.

— E você é insaciável. Uma louca se entregando desse jeito a um desconhecido — disse Jorge enquanto vestia a camisa.

— Imagina o que faríamos se estivéssemos entre quatro paredes? Desse jeito já foi ótimo, imagina se fosse em cima de uma cama confortável?

— Foi muito bom. Mas agora preciso continuar a minha viagem, obrigado por tudo, se me der licença.

— Para onde está indo?

— Para a capital resolver alguns negócios.

— Posso ir com você?

— Você é louca. Esqueceu que tem o seu veículo?

— Deixo o carro na casa de uma amiga aqui perto.

Jorge não sabia qual era a intenção de Melissa, mas lhe agradava a ideia de passar duas noites com ela.

— Tudo bem — disse ele concordando e imaginando no que aquela loucura iria acabar.

Jorge a seguiu por alguns quilômetros até chegar à sede de uma fazenda que ficava próxima da estrada. Melissa desceu da caminhonete e conversou com sua amiga enquanto Jorge a aguardava com o motor da caminhonete ligado.

Três horas mais tarde Jorge encostou o veículo no estacionamento de um dos hotéis mais luxuosos de Cuiabá. Foi até a recepção e pediu a sua reserva.

— Boa noite senhor Jorge. Precisa de mais um quarto ou a senhorita irá acompanhá-lo? — Perguntou o recepcionista que já conhecia Jorge de outras oportunidades.

Jorge sempre ficava em uma suíte com cama de casal, mas jamais havia ficado naquele hotel com uma mulher. Ele olhou para Melissa e não teve dúvida. Pediu para que o nome dela fosse incluído no mesmo quarto.

Os dois subiram ao apartamento fingindo ser um casal de namorados ou até mesmo marido e mulher.

Jorge trancou a porta e disse.

— Devo estar enlouquecendo, primeiro transei com uma desconhecida e agora vou dormir no mesmo quarto que ela.

— Você poderia ter pedido outro quarto para mim, mas preferiu que eu ficasse aqui. E sei que não é por questão de economia.

— Sei disso. Por isso eu digo que estou enlouquecendo. E é você que está fazendo isso comigo.

— Você fica aqui na capital até quando?

— Dois dias — respondeu Jorge.

— Então você precisará comprar algumas roupas para mim. Estou apenas com a roupa do corpo. Não estava preparada para viajar.

— Certo. Amanhã nós vemos isso, mas agora seria bom tomar um banho para relaxar — disse Jorge.

— Perfeito — disse Melissa e em seguida começou a se despir ficando completamente nua na frente de Jorge.

Jorge ficou de queixo caído com a atitude de Melissa.

— O que foi? Você já me penetrou três vezes, não me diga que está sem graça por me ver nua em sua frente?

— De maneira alguma, mas não deveria fazer isso. Não temos mais preservativos.

— Sem problemas. Acho que por hoje chega de sexo, amanhã você compra mais alguns preservativos. Agora venha, vamos tomar banho juntos.

Já dentro do banheiro Jorge começou a tirar a roupa e quando finalmente tirou a cueca Melissa viu que ele estava com o membro ereto e latejante de tanta excitação.

— Uau! Isso precisa de um cuidado, ou você ficará com as bolas doloridas.

Dizendo isso Melissa se abaixou e abocanhou o membro de Jorge chupando com intensidade. Ela fazia aquilo de uma maneira que o levava ao êxtase do prazer e em poucos minutos quando ele estava próximo de atingir o orgasmo Melissa retirou o pênis da boca deixando que o todo o líquido fosse lançado sobre seus seios. Em seguida os dois tomaram banho e como Melissa não tinha roupas limpas ela vestiu apenas a calcinha que usava anteriormente.

Jorge abriu o frigobar e procurou algo para que os dois pudessem comer antes de dormir. Afinal depois de uma maratona de orgasmos os dois estavam famintos. Depois de se alimentarem os dois dormiram juntos na única cama de casal que existia na suíte.

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